era aviso

Veio uma avalanche aventureira

desgarre de fluxo natural

da gangorra cotidiana dos gestos

acidente causal dos efeitos dos sim,

na inversão negativa da ação.

 

O vento era forte na floresta dos olhos

o medo desenhando contrações de luz

cegava o silêncio

das palavras jogadas à esmo no ar

e o eco da pedra oca da perfeição.

 

Quem segurava a justa certeza?

De quem a verdade do acontecer?

Quem satisfazia melhor a sua dor?

Quanto valia um perdão?

Uma rara incerta aceitação?

 

O choro no fundo do ego

pura vontade de sobreviver

nem houve prazer na dor vital de morrer

meia volta em torno do fim

da sem esperança … sem fé.

 

O cartaz era aviso da morte

final dos dias e dos deuses

não há tempo que volte no fluxo do que não aconteceu

nem gestos sem retórica transmissão

na espiral do tempo de nos.

 

 

out of island lost at oceans

Minientrada

my friends life in Sampa. Some still at Cuba. A lot of smile at Miami Beach. I have a lot in Madrid, Rio or London. I saw a girl at Hollywood. I saw a guy in Istambul. I miss a friend to Stockolm. I have never see her in Cali, I have never been in Buenos Aires. I want to go to Amazonas. Cross river, seas and clouds. Where are you reading this?

Sweet yellow corn with left hand.

…in left hand
eating sweet yellow corn
the same hand I say goodbye
to a dirty dusty
homeless
man.

He doubt to hold me
in his warming
hug
but his clean moral
crucified his both arms.

 

My eyes walked behind
into his steps
on sidewalks
the shadows besides.

I didn´t lie to him
in silence
Invite him against this pulsation
a vibration inspire him
to return.

In the sidewalk
shadows apart
I brougth sweet yellow corn
with my left hand
into my
lonely
mouth.
Expire…