Réquiem para um Abril

 

no frio aqueça-me,
no calor derrete-me,

na chuva abrace-me,
na noite esqueça-me.

entrei NOS TRILHOS da vida
num trem que partindo
não saberia o retorno.

nem eu sabia o conforto
que essa loucura traria
nas estações do outono.

o balanço desse rolé
é embaçado demais
para quem imagina

que o trem que parte, retorna
e descobrir num puta de um transe
que a vida que vai, se foi!

 

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nas paredes, o branco do cinza
se instaura
nos rostos, silêncios do fundo de si
nos abraços, se acalmam os afoites
natureza perdida de nos
nos olhares, afeições se fundem
a palavra se nega ao amor
ela sonha em vestir um para sempre
nosso agora é réu do sentir
na mordaça, gemidos se aplacam
impossíveis enfeites do veraz
teimam nos tornar infeliz
seja sã do seu ser e seus olhos
natureza é firme no co-existir.

 

 

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