fim dos mares

presos aos sonhos
iam os homens – e as mulheres – ao redor da terra
traz as sombras daquele sonho fugaz
de trino incessante a sereia do amor
e timões levados à esmo
ou desdem
perseguindo aquela caudal mortal
no eixo interno
da espiral da dor
iam se fardados do sorriso da emoção
a irreal empatia do amar
a ilusa confusa vontade de se aproximar
o abraço nas noites
os corpos consequentes
era somente sorrir
um bocejo ao acordar
e depois, olvidar.

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