Ser

O tempo de viver é presente. Em presente do infinitivo. Um presente do infinito.

O tempo de narrar é presente, mesmo que seja difícil ser, não há outra manifestação na história que o presente do eu.

Os fatos e feitos dessa conseqüência ficam sós na memória. Lembrar é a interpretação de um presente. O vestido do baile de máscaras.

Os sonhos são o estoque de frustrações e realizações. Sonhar é o juízo do presente. A guilhotina em praça pública.

Conjugar o ser é definir o presente. Vestir de memórias ou sonhar os juízos de uma morte iminente.

Os melhores presentes do presente são o silêncio e o encontro. No primeiro você se encontra com você. No outro você silencia seu ser como em um baile de máscaras.

Viver em tempo presente é ser. Ir sem vestido nem máscaras no baile em praça pública.

O resto é vitrine. Alucinação.

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