É a prece…

Tristeza mesmo, não tem fim. Como não tem fim, a alegria. O que tem fim mesmo é o que te faz feliz ou entristece. É, os gestos. É, os modos, trejeitos. É, as pessoas, nossas relações.

Tristeza fala da gente. Tristeza fala daquilo que gostamos, às avessas, daquilo que deixamos de gostar ou nos largou.

Tristeza tem jeito simples: procura aquilo que te faz melhor.

Tem tristeza que se curam só no mar. Mar profundo, azulejado, de céu com nuvens e solidão. Esta é a prece. Solidão numa conversa de bar com os amigos, mesmo que eles, iludidos, nem imaginem como você morre por dentro.

Minhas tristezas, aquelas mais fundas de mar, são as mais simples. Eu quando quero ficar triste – isto também é uma escolha – me entristeço com as coisas mais tolas. Bestas

Eu curto tristeza, confesso.

Tristeza me levou nos meus lugares menos conhecidos, aqueles que nem imaginava poderia chegar. Breus meus. Vulgares pedacinhos de mim que eu precisava conhecer. Sorte minha que entristeci.

E a tristeza do amor? Tristeza para lá de mar azulejo com nuvens e solidão. Tristeza que rói recifes e arrasta países. Às vezes é assim, não adianta correr atrás: não tem como fugir do mar.

Entristeço, é minha escolha: Solidão.

MEUS BREUS TEUS #ManoelAndo

MEUS BREUS TEUS #ManoelAndo

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