El arco del cello

Mujer é mulher.  E vice-versa.

Mujeres, mulheres. Mulheres de dia, mujer de noche.

Mujer-animal, mulher-fome. Mujer-hija, filha-da-mãe.

Mira que intento no ponerle ese cristal-filtro húmedo, sudado, ansiosamente delicado a mis días. Me lo intento con todas mis ansías, las mismas de devorarte en las mañanas, con las mismas ansías de devorarte en las madrugadas. Mira que intento no entregarme, perderme, no ahogarme en el abrazo delicioso de tu lengua, de los labios, mira que corro del abrazo-prisión de tus piernas, de tu aliento feroz de amaneceres. Mira, que huyo de mí mismo, corriendo inevitable a tu encuentro de calma y azares, a tu cuerpo abierto, hondo, impensable, insaciable; a tus pieles.

Mujer desvaríame, piérdeme, lánzame lejos donde ni tú, puedas alcanzar mis deseos. Libérame, libértame…

E não me pergunte o que fazer com o que não é dito. Procure na calmaria da sua bolsa, na bagunça-floresta de sua entreperna, sue suas dúvidas e me traga o troco, não tem sobrado amor neste exaustivo tento de sobreviver feliz. Traga-me sua sede, sua necessidade cruel de sofrer e esse sorriso sem explicações. Tem muito silêncio correndo nos bastidores, eu sou assim. Vai entender porque tem coisas que só escrevendo mesmo, assim consigo. Talvez eu aprenda a dizer não, e mesmo sendo muito difícil, abrir mão de mim à procura de você.

¿Y quien soy sin tí?

Quem eu sem você?

¿Quién yo, sem você?

Eu, sin tí?

Un ínfimo suspiro de la nada, antes de saltar al viento de tus labios en aquella disculpa efímera “te quiero”, antes de aquel gozo final de la subida, colina de árboles frondosos y ríos de aguas congeladas bajando entre el pecho, el ombligo y la pelvis, un fragmento del grito callado, interno, súbito, que me escala desesperado la memoria.

Sou nada…

O resto, eu mesmo me invento. Olho nos espelhos o rosto que visto. Arrisco-me em farrapos que doou o destino. Não quero comidas, bebidas, anseios. Nem mesmo projetos – que me dizem a gritos: preciso. Só quero o seu corpo, sua voz, suas mentiras. Com isso me viro sem taxas, nem dívidas, sem divisas.

No tengo frío, esa sensación fue censurada aquí en mí, en plebiscito. Te espero desnudo, incapaz de ser paciente, a que tus pasos te traigan a mi encuentro. Ven sin palabras, tengo en silencio algo que decirte…

… e digo, não digo, que estas mesmas palavras que escrevo me trazem também a agonia de “ter que ser” o que digo. Não tenho frio, só essa sensação de você não estar perto. Te quero desnuda, incapaz de ser paciente, e que meus passos me levem ao seu encontro.

Vou sem palavras.

No silêncio tenho, ainda, o que não dizer…

… lo que siento.

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